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30/04/2012 Arquivado em Destaque, Imagens, Livros, Resenhas por Isadora Iwahashi - Sem Comentários

[RESENHA] Estilhaça-me by Tahereh Mafi

Estilhaça-me

Juliette nunca se sentiu como uma pessoa normal. Nunca foi como as outras meninas de sua idade. O motivo: ela não podia tocar ninguém. Seu toque era capaz de ferir e até matar.
Durante anos, Juliette feriu e, segundo seus pais, arruinou o que estava à sua volta com um simples toque, o que a levou a ser presa numa cela.

Todo dia era escuro e igual para Juliette até a chegada de um companheiro de cela, Adam. Dentro do cubículo escuro, Juliette não tinha notícias do mundo lá fora. Adam ia atualizando-a de tudo.

Juliette não entendeu bem o que estava acontecendo quando foi retirada daquela cela e supostamente libertada, ao lado de Adam, e se vê em uma encruzilhada, com a possibilidade de retomar sua vida, mas por caminhos tortuosos e totalmente desconhecidos.

“Estilhaça-me” é um romance fantástico, que intriga, angustia e prende o leitor até a última página com uma história surreal que mistura amor, medo, aventura e mistério e traz um desfecho surpreendente.

Sim, o livro brilhante do momento é simplesmente… nossa, estou sem palavras, mas não é do jeito bom.

Juliette tem um poder, ela é letal, seu toque é uma tortura, é a morte, e todos a temem, todos menos aqueles que a querem como uma arma. Ela está presa num hospício por 264 dias e no que ela esperava ser mais um dia naquele lugar (maravilhoso) horrível, ela ganha um companheiro de cela, um cara, e ela se pergunta por que as pessoas daquele lugar eram tão cruéis, pois ela não pode tocar ninguém e colocar alguém em sua cela é simplesmente torturante.

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09/04/2012 Arquivado em Destaque, Imagens, Livros, Séries de TV por Isadora Iwahashi - Sem Comentários

Casas do Game of Thrones

Heey people! Quanto tempo! Bom, a segunda temporada de Game of Thrones estreou semana passada e já faz um tempo os livros são um sucesso de vendas (reparem nos metrôs, sempre terá alguém lendo “A Guerra dos Tronos”). Mas sempre há confusão com as casas e seus temas, então vou fazer um bem público e vou falar as casas e seus lemas.

Casa Baratheon

O símbolo dos Baratheon á um Veado Negro num fundo dourado. Seu lema é “A Nossa é a Fúria”.

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13/02/2012 Arquivado em Destaque, Livros, Resenhas por Isadora Iwahashi - Sem Comentários

[Resenha] Terrível Encanto by Melissa Marr

Terrivel Encanto
Melissa Marr
Editora: Rocco
ISBN:9788579800832

Número de páginas: 357

A série Wicked Lovely conta a história de um mundo onde as vidas de fadas e humanos se misturam. Aislinn é uma adolescente que pode ver fadas ao seu redor, mas que foi ensinada durante toda sua vida a fingir que não as vê. Ela está lutando para lidar com as fadas quando Keenan, fada Rei do Verão, entra em sua vida e tira sua mortalidade, pedindo-lhe para se tornar a Rainha do Verão e derrotar sua mãe, a Rainha do Inverno. Se ela recusar, O inverno irá tomar conta do mundo e matará todas as fadas e mortais.

Aislinn tem tudo para ser uma adolescente normal, a não ser por um pequeno porém: ela vê seres mágicos e a sua vida é movida por regras que a sua avó a obrigou a seguir. Todas essas regras servem para que ela não seja reconhecida pelos seres mágicos e não a ponha em perigo, mas quando dois seres mágicos começa a persegui-la ela não tem escolha a não ser quebrar as regras que a sua avó impôs.

Melissa Marr tem um jeito totalmente encantador (juro que não é uma alusão ao nome do livro) e diferente, mostrando que nem toda fada é boa. O livro faz parte da série Wicked Lovely e o próximo livro é um compêndio da série, ou seja, ela não se trata da Aislinn e sim de um personagem secundário, e no próximo livro volta pra Aislinn e na próxima é sobre outro personagem secundário, o que torna a descrição do mundo das fadas muito mais rica.

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10/02/2012 Arquivado em Imagens, Livros, Resenhas por Isadora Iwahashi - Sem Comentários

Hiatus

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É gente, finalmente o ano começou, e eu já estou na correria, mas agora é diferente, agora eu sou uma UNIVERSITÁRIA! YAY \o/

Então até eu me acostumar com essa rotina doida que eu comecei a ter, os posts vão ser mas escassos, mas juro pra vocês que vou tentar colocar vários posts legais, pelo menos uma vez por semana, mas como as leituras estão beeeeeeeeem divagares por causa da facul, talvez esse mês não tenha tantas resenhas…

Bom, até o próximo post, que eu espero que seja em breve.

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P.S.: Tinha uma resenha preparada de Terrível Encanto, e sem querer eu excluí, então farei a resenha de novo no fim de semana –’ e posto ela na segunda.

23/01/2012 Arquivado em Filme, Livros, Notícias por Isadora Iwahashi - Sem Comentários

[NEWS] Fotos da adaptação do livro Sangue Quente

A história se passa num cenário pós-apocalíptico e segue um zumbi chamado R (Nicholas Hoult de Skins UK) em crise existencial, que faz uma amizade improvável com uma humana, a namorada (Teresa Palmer de I am number four) de uma de suas vítimas. O envolvimento dos dois acaba despertando uma reação em cadeia que causa uma transformação nele e nos outros desmortos.

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23/01/2012 Arquivado em Notícias por Isadora Iwahashi - Sem Comentários

[NEWS] Capa do HQ de Os Homens que não Amavam as Mulheres

A DC/Vertigo anunciou para novembro o lançamento nos EUA de The Girl With the Dragon Tattoo: A Graphic Novel – Volume One, primeira das adaptações do best-seller de Stieg Larsson para os quadrinhos. E, junto, revelou a capa da HQ, pintada por Lee Bermejo.

A Vertigo vai desmembrar os três livros em seis graphic novels lançadas anualmente.

Fonte: http://www.burnbook.com.br/2012/01/18/news-divulgada-capa-da-hq-de-os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres/

11/01/2012 Arquivado em Livros por Isadora Iwahashi - Sem Comentários

[Resenha] Ecos da Morte – The Body Finder -Livro 1 by Kimberly Derting

Ecos da Morte – The Body Finder #1

de Kimberly Derting,

Intrínseca.

SINOPSE: Violet Ambrose tem dois problemas: o dom mórbido e secreto que carrega desde a infância e Jay Heaton, seu melhor amigo, por quem está apaixonada. Aos dezesseis anos e confusa com os novos sentimentos em relação a Jay, ela começa a ficar cada vez mais incomodada com sua estranha habilidade: Violet encontra cadáveres. Desde muito pequena ela percebe os ecos que os mortos deixam neste mundo. Ruídos, cores, cheiros. Mas não todos, apenas os das vítimas de assassinato.

Para ela, isso nunca foi um grande talento. Na maioria das vezes, tudo o que encontrava eram pássaros mortos, deixados para trás pelo gato da família. Mas, agora que um serial killer está aterrorizando a pequena cidade onde mora e os ecos das garotas assassinadas a perseguem dia e noite, Violet se dá conta de que talvez seja a única pessoa capaz de detê-lo. Em pouco tempo ela estará no rastro do assassino. E ele, no dela.

Ecos da morte nos apresenta a Violet Ambrose, a protagonista, que é chata, chata e chata. O livro tem tudo pra dar certo, a história é bem original, há bastante suspense e um romance no livro, mas a Violet é uma menininha chata que fica a cada página com mais ciumes do seu melhor amigo (o fofo) Jay.

Tive uma relação muito bipolar com esse livro, as vezes eu queria abraçar e agradecer a Kimberly Derting porter criado um livro legal e cheio de suspense na nossa já não tão vasta estante de livros YA e as vezes eu queria jogar ele na autora e perguntar como ela conseguiu fazer uma personagem tão chata e, convenhamos, bem burrinha.

Ecos da morte é um livro para ler em um dia, e apesar da raiva e de alguns “ai que menina burra, vai correr na floresta enquanto tem um assassino atras dela” é um livro original e que descreve os ecos maravilhosamente bem, o que eu estava com medo de que não acontecesse. O livro é um tipico YA que tem uma menina que tem um poder e que alguém vai atras dela e ela gosta de um carinha bem bonitinho, então todo mundo meio que sabe o que vai acontecer no final, mas é o desenrolar dessa história que te faz ler até o fim.

- Eu amo você Violer. Mais do que um dia pudesse imaginar. E não quero perdê-la… não posso perdê-la

-Eu sei.-  falou convencida, dando de ombros.

Ele a sacudiu de brincadeira, mas segurou para que ela não escapulisse.

- Como assim, “eu sei”? Que tipo de resposta é essa? _ sua indignação beirava o cômico. Ele a puxou para os braços, de modo que seu rosto estava muito próximo do dela. – Diga! – ordenou.

Ela balançou a cabeça, fingindo não entendê-lo.

- O quê? O que você quer que eu diga? – mas depois ela riu e arruinou o blefe.

Ela a provocou com a boca, inclinando-se para beijá-la w depois desistindo antes de alcançar seus lábios. Ele chegava perto, mas recuava quando ela correspondia. Ela envolveu o pescoço de Jay com os braços, tentando puxá-lo para perto, frustrada pela armadilha de sentidos.

-Diga – ele sussurrou, o hálito morno no pescoço de Violet.

Ela suspirou, querendo que ele a libertasse do sofrimento.

- Eu também amo você – soltou quando se agarrava a ele.

03/01/2012 Arquivado em Filme, Livros, Música por Isadora Iwahashi - Sem Comentários

O maravilhoso mundo do cinema francês

“Amélie vai ao cinema de vez em quando, às sextas. “Gosto de observar na escuridão as caras dos outros espectadores. E de notar o pequeno pormenor que mais ninquém verá. Mas odeio nos antigos filmes americanos que os condutores não olhem para a estrada.” Amélie não tem nenhum homem; Experimentou uma ou duas vezes mas o resultado ficou aquém da expectativa. Em vez disso cultiva um gosto especial pelos pequenos prazeres. Mergulhar a mão em sacas de grão, partir o queimado do leite-creme com a ponta da colher e fazer ricochetes na água do Canal St.Martin.”

Talvez seja subentendido que o cinema moderno nasceu em Paris, mas apenas os apaixonados param e observam e sugam cada momento que o cinema francês pode proporcionar, já que somos sufocados e muitas vezes obrigados a assistir grandes besteirois americanos e acreditar que tudo que é criado por Hollywood é arte.

O cinema francês é atualmente o mais dinâmico da Europa continente em termos de público, números filmes produzidos e de receitas geradas por suas produções.

O cinema francês teve um papel importante na história deste meio de comunicação social, tanto em termos técnicos como históricos. Os primórdios do cinema contam com vários nomes franceses, entre os quais os irmãos Lumière. No desenvolvimento do cinema como forma de arte, muitos dos filmes realizados na França são considerados marcos relevantes. Destaque deve ser dado às escolas vanguardista da década de 1920, ao realismo poético das décadas de 1930 e 1940, e à nouvelle vague a partir do fim da década de 1950.

No livro ‘Anna e o beijo Francês’, St. Clair diz para Anna que Paris é a cidade do cinema, e isso é verdade, há muitos cinemas por lá, e o melhor, alguns passam não apenas filmes recentes, mas também filmes antigos (e que as vezes é difícil de se encontrar para alugar ou comprar).

A seguir alguns exemplos de filmes para começar a entrar no mundo do cinema francês:

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31/12/2011 Arquivado em Imagens, Livros, Música por Isadora Iwahashi - 2 Comentários

Non, je ne regrette rien…

Muitas coisas valeram a pena, ver a amizade que eu tenho com a minha melhor amiga, ser posta a prova e ver até onde eu conseguiria ir, passar para a 2º fase da FUVEST \o/ e da orgulho para os meus pais, fazer as pazes comigo mesma, chorar, sorrir, brincar, levar cobertor para a escola, fazer guerra de tinta/balão de água/espuma, pedir dinheiro no farol… Tudo valeu a pena e eu não me arrependo de nada esse ano, é como a música da Edith Piaf  diz: Non, je ne regrette rien (Não, eu não me arrependo de nada)

Valeu a pena tudo, algumas coisas mais do que as outras. E como isso é um blog literário e não de auto-ajuda, eu vou falar da minha meta de 100 livros lidos em 2011, que como vocês podem ver falhou miseravelmente, li 93 livro. #fail

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30/12/2011 Arquivado em Filme, Livros, Música, Notícias por Isadora Iwahashi - Sem Comentários

Os sonhadores

Título original: (The Dreamers)

Lançamento: 2003 (França, Itália, EUA)

Direção: Bernardo Bertolucci

Atores: Michael Pitt, Louis Garrel, Eva Green, Robin Renucci.

Duração: 130 min Gênero: Drama

Sinopse: Matthew (Michael Pitt) é um jovem que, em 1968, vai estudar em Paris. Lá ele conhece os irmãos gêmeos Isabelle (Eva Green) e Theo (Louis Garrel). Os três logo se tornam amigos, dividindo experiências e relacionamentos enquanto Paris vive a efervescência da revolução estudantil.

Mostrado pela primeira vez durante  um dos maiores eventos mundiais do cinema, o Festival de Cannes, o mais novo filme do comentado diretor Bernado Bertolucci gerou enorme polêmica e um incontável bate-boca a respeito daquilo que fora mostrado. De certa forma, quem mais se beneficiou com tanta polêmica fora o próprio diretor; um caso muito parecido com a do filme A Paixão de Cristo, de Mel Gibson, que se beneficiou da polêmica gerada pela própria temática para se auto-promover. Entretanto, o ponto em questão aqui é totalmente o oposto. Enquanto no filme de maior bilheteria do ano o ápice da discussão era em torno de conflitos e questões religiosas, aqui nos deparamos com longas cenas de nudez, sexo e incesto espalhados por longas tomadas durante todo o filme. Pronto, está armado o palco. Eu sou apaixonada pelo cinema francês, e o cinema moderno nasceu na França (como diz no filme), meus filmes preferidos é Le fabuleux destin d’Amélie Poulain e Le Pettit Nicolas.

Os sonhadores não é um filme para qualquer um, ele é um filme para maiores de 18 anos e não por qualquer motivo, tem muitas cenas fortes e com muita nudez. O filme gira em torno dos irmãos Theo e Isabelle e o americano Matthew que vai para Paris para estudar, os três são apaixonados por cinema, eles mau saem de casa e criam um jogo que um encena uma cena de um filme e se o outro não acertar ele tem que pagar uma “prenda”. Um filme polêmico e cheio de emoção e conflitos. Com personagens bem trabalhados, nenhum dos três atores principais desaponta com o seu personagem.

A melhor personagem é sem sombra de dúvida é Isabelle (Eva Green) que é uma mistura conflitante e exitante que te faz querer saber mais e mais sobre a personagem, ela é ao mesmo tempo sensual, erótica, romântica, misteriosa, inteligente e acima de tudo atraente, muito envolvente. E ao mesmo passo que o relacionamento do trio se torna cada vez mais tórrido, a personagem de Eva vai desenvolvendo características psicológicas que fazem com que sua personagem torne-se cada vez mais e mais intrigante. A dependência que Isabelle tem em relação ao irmão Louis é tocante.O filme não tem conta tudo, não fala sobre toda a relação dos irmãos Theo e Isabelle, como Isabelle ficou tão depende do irmão, porque em uma hora do filme mostra que Theo tem uma vida além da Isabelle e tem atém um flerte com uma garota da faculdade. Theo também é um personagem bem interessante, um sonhador, misterioso mas que claramente sente ciumes da irmã e um pseudo- revolucionário e quando Matthew, o personagem mais sem graça do trio, joga na sua cara (in yooooour faace) que ele só ama a ideia da revolução e que ela não faz nada para que ela aconteça, que ele só fica sentado em casa tomando vinho Theo explode, mas de um jeito totalmente inusitado e que condiz com o seu personagem.

Matthew, como eu disse acima, comparado com Theo e Isabella, ele é sem graça e sem sal, mas contribui e completa o trio, mas não temos muitas informações da vida anterior dele, a vida que ele tinha fora de Paris.

Com uma trilha sonora maravilhosa, um figurino (ou a falta dele) lindo e uma atuação que muitas vezes falta nos atores famosos de hoje em dia as quase duas horas de filmes passa voando. O filme provoca o público e que nos faz sorrir com as referências de filmes mais antigos.

Vale prestar atenção na indicação de idade para o filme que é para maiores de 18 anos, ou seja, não é um filme sessão da tarde com a família.

Fonte: http://www.cineplayers.com/critica.php?id=396